sexta-feira, 12 de agosto de 2016

GINÁSTICA ARTÍSTICA E ARTICULAÇÕES

A ginástica artística é um esporte que também envolve uma grande variedade de modalidades. Em geral, a prática de qualquer uma delas oferece grandes benefícios ao corpo no que diz respeito à postura, equilíbrio, coordenação motora, flexibilidade, força, concentração e agilidade. Um de seus melhores resultados é a grande resistência muscular localizada, por mais delicada que uma modalidade possa parecer, como é o caso da ginástica rítmica. E, na fase infantil, também é grande aliada ao desenvolvimento das capacidades psicomotoras.
É um esporte que pode ser iniciado muito cedo, a partir dos dois anos de idade. Sendo que o treinamento profissional com foco em competições tem início na pré-adolescência. Ele envolve a prática da aterrissagem e giros nas articulações, um exercício de forte impacto e grande risco de ferimentos e fraturas, por isso deve ser constantemente acompanhado por profissionais capacitados e, ao contrário do atletismo, não é indicado a qualquer pessoa e nem qualquer idade pode adotá-lo como rotina esportiva.
A ginástica artística é uma das modalidades que mais atrai atenção do público. A competição pode ser individual ou por equipes: aberta a mulheres que disputam quatro provas (salto, trave, paralelas e solo); e homens, que disputam seis provas (salto, cavalo, argolas, barra fixa, paralelas e solo).
Os praticantes da ginástica artística dedicam muito tempo ao treino. O expectador de uma apresentação não é capaz de dimensionar a quantidade de horas dispensadas pelos atletas no preparo e elaboração dos movimentos. Ginastas profissionais podem treinar até 50 horas por semana. A grande dificuldade enfrentada por quem busca a excelência, diferentemente do que se pensa, é equilibrar-se no limite máximo de seu corpo.
Ginastas estão habituados a conviver com a dor inerente a sua prática e, por isso, podem não perceber a hora de interromper as atividades. A repetição diária, aliada ao grau de dificuldade dos movimentos, propicia o surgimento de lesões que acabam tirando o atleta dos treinos e das competições.
Os casos de dores são mais frequentes no punho - associadas à sua dorsiflexão, e na região lombar da coluna - provavelmente devido à constante hiperextensão exigida aos ginastas. Lesões por deslocamento e fraturas são mais atribuídas às articulações do cotovelo e joelho. O tornozelo é apontado por diversos autores como uma das articulações de traumas mais frequentes.
As regiões mais estudadas em termos de lesões foram o cotovelo, joelho, tornozelo, coluna vertebral, punho e ombro, com problemas desde dores até deslocamentos e fraturas.
Alguns fatores sugeridos como favorecedores das lesões a partir de estudos são: Duração das sessões de treinamento, progressivamente maior desde a iniciação até o alto nível; Falta de auxílio ou ajuda do técnico ou outra pessoa durante a execução; Não-utilização ou utilização não-adequada dos equipamentos de proteção; Saídas dos aparelhos, principalmente aquelas de elementos com piruetas (rotação em torno do eixo longitudinal do corpo) foram apontadas como uma grande causa de lesões no joelho; Aumento da dificuldade dos elementos e da competitividade; Falta de concentração; e excesso de treinamento, com muitas sessões.
Na Ginástica Rítmica, por sua vez, há uma maior incidência de lesões articulares no joelho, no tornozelo e, alguns casos, lesões no punho podendo variar desde tendinite ou tenossinovite até lesões mais sérias com rupturas ligamentares. Isso é observado na maioria das execuções da linha de ginástica de solo.
Mas se você precisar de um adjuvante contra essas lesões, envie sua mensagem na seção Fale Conosco

sábado, 6 de agosto de 2016

VÔLEI E ARTICULAÇÕES

A prática do esporte traz um condicionamento físico e definição muscular invejáveis. Basta observar os corpos dos atletas dessa modalidade. A movimentação trabalha com bons resultados em áreas como coxas, glúteos e abdômen.
Você vai fazer muitos movimentos de correr e saltar durante um jogo de voleibol. Tornozelos flexíveis o ajudarão a girar rapidamente sem incorrer em uma lesão. Corrida também exige quadris flexíveis e ágeis, joelhos e articulações do tornozelo para pegar suas pernas e colocá-los para baixo, onde você quiser. Quando você se agacha para explodir para cima e cravar a bola, essas mesmas articulações inferiores do corpo são postas em ação.
Toda a interação com o próprio voleibol requer algum movimento de sua articulação do ombro e do cotovelo. As articulações do punho desempenham um papel também, flexionando ou preparando para servir, receber um saque, passar a bola para um membro da equipe ou bloquear um ponto.
Os músculos das pernas são a sua fundação quando você jogar vôlei. Você vai recrutar todos eles em um ponto ou outro durante o jogo. Músculos da perna fortes dão o poder que você precisa para elevar seus saltos.
Sua parte superior do corpo é o lugar onde um monte de ações essenciais ao vôlei acontece. Seu bíceps e antebraços vão se engajar para mover seus braços durante uma ação de bater na bola como o servir ou receber. Com a gama completa de movimentos que seus braços passam em um jogo, o fato de você envolver os músculos do ombro não é nenhuma surpresa. Eles ainda trabalham com os músculos das costas para manter seus braços resistentes ao bloquear uma bola. Músculos das costas fortes, como os estabilizadores escapular em torno de seus ombros, ajudam com o movimento do braço e estabilização, e os músculos grande dorsal, que se estendem até a sua volta um pouco abaixo dos ombros à sua cintura, são úteis para estabilizar além de mover sua parte superior do corpo.
As lesões acontecem por causa de instabilidade, ruptura de ligamento, dor no tornozelo, entre outros. A frequência de lesão no tornozelo é de 15 a 60%, sendo que o maior risco entre as mulheres é entre os 15 a 19 anos e, nos homens, entre 30 a 39 anos. A lesão ocorre principalmente quando há contato com o solo após um salto.
O tornozelo apresenta grande instabilidade devido ao uso excessivo durante jogos e treinos e a entorses (distensão articular que ocasiona lesão no tornozelo) regulares ocasionados pelo impacto do salto. Uma comparação da frequência de entorses no vôlei de quadra, 22%, com o de areia, 2%, nos mostra que o uso excessivo é um dos principais fatores que predispõe lesão no tornozelo.
Para a prevenção dessas lesões recomenda-se o uso de tornozeleiras para aumentar a estabilidade do tornozelo e o fortalecimento do mesmo.
A fase de impulsão é a de maior esforço da musculatura, sendo neste momento a maioria das lesões. O desequilíbrio muscular dos membros inferiores podem ser um dos principais vilões para o joelho. Esse desequilíbrio predispõe a lesões no ligamento cruzado anterior principalmente no momento de ataque.
As lesões no joelho também estão associadas com a fadiga e com o impacto no momento da impulsão porque a fadiga dificulta o amortecimento do impacto, gerando maior sobrecarga nos membros inferiores. Também ocorrem lesões na queda do salto, proveniente do impacto levando a torções.
As principais lesões no joelho são as tendinites e as ligamentares. A síndrome do joelho do saltador caracteriza-se por uma tendinite patelar ou no tendão do quadríceps.
As principais lesões são constituídas por deslocamentos e luxações (39%), fraturas (25%), machucados (16%) e outros, sendo que 44% das lesões envolvem os dedos.


Para reverter este fato recomenda-se um trabalho de compensação através de exercícios de alongamento para o quadríceps e de força para os isquiotibiais. A tendinite patelar melhora rápido se o atleta praticar sessões de alongamento para os músculos anteriores e posteriores da coxa.
As lesões mais frequentes dos membros superiores do atleta de vôlei ocorrem no ombro, sendo cerca de 42% em vôlei de areia e 15% para vôlei de quadra.
As contusões geralmente resultam em tendinites do manguito rotador e no tendão do bíceps braquial. O manguito é mais lesado pelas rotações internas e externas feitas no momento do saque e na cortada feita por muitas vezes, predispondo sua lesão.
A maneira eficaz de prevenir as contusões nos músculos rotadores consiste em sessões de força e de flexibilidade.
As lesões na mão representam pequena porcentagem. Os jogadores recreacionais machucam mais as mãos no bloqueio e no levantamento por causa da hiperextensão dos dedos, geralmente a mão esquerda é a mais lesionada em todos os fundamentos; os profissionais se machucam nos mesmos fundamentos, só que devido a uma imperfeição da técnica de execução do fundamento, sendo a mão direita mais lesada.
A frequência das lesões na coluna vertebral é de 14%. A mais comum é a hérnia de disco.
A prevenção das dores nas costas é através do aumento da força dos músculos posteriores do tronco. Os exercícios imprescindíveis para a coluna vertebral são os abdominais por beneficiarem no equilíbrio postural e atenuarem a pressão intradiscal, decorrente de uma pressão intraabdominal aumentada.

As principais lesões no voleibol localizam-se no tornozelo, joelho, ombro, nas mãos e na coluna vertebral. Para prevenir ou amenizar a literatura indica redução da carga de treino, prescrever sessões de força e de flexibilidade. Mas se você precisar de um adjuvante contra essas lesões, envie sua mensagem na seção Fale Conosco

sábado, 30 de julho de 2016

BASQUETE E LESÕES ARTICULARES!

Basquete é um jogo que exige rapidez e agilidade. Por causa da dependência do jogo em pequenas tiragens com partidas rápidas e paradas repentinas, e o uso de saltos frequentes nas duas quadras cobertas de madeira ou superfícies exteriores pavimentadas, uma enorme tensão é colocada sobre os ossos e articulações do esqueleto e parte inferior das costas.
Com riscos e benefícios semelhantes ao futebol, inclusive no que diz respeito à prática esporádica, o basquete acrescenta grande exercício de força aos membros superiores, ajudando a definir os músculos e melhorar a resistência, além da diminuição da massa gorda. É um esporte que queima calorias como uma aula na academia. E, assim como todo jogo com bola, desenvolve a percepção, raciocínio rápido e agilidade física e mental. 
Devido à intensidade, a grande exigência muscular para sua prática e ainda aliado a saltos e arremessos da bola, entre os riscos oferecidos estão lesões musculares, entorses ou rompimentos de ligamentos de joelho e tornozelo devido às aterrissagens e impacto entre os jogadores.
Como atividade de suporte de peso, as forças colocadas nos ossos através das ações de correr e saltar estimula os osteoblastos para aumentar a sua taxa de produção de nova matriz óssea. Como resultado, tanto a densidade de osso e aumento da massa óssea, particularmente nos ossos das pernas, pélvis, e espinha. Forças adicionais são colocados sobre os ossos dos ombros e braço através do empurrando e puxando a ação dos músculos usados ​​na captura e jogando a bola de basquete.
As tensões colocadas sobre as articulações do corpo em corrida, salto, pegando e jogando todo o trabalho para estimular os fibroblastos a produzir fibras de colágeno adicionais e servir para fortalecer os ligamentos de suporte das articulações. Além disso, estas tensões estimulam a produção de fluido sinovial adicional assegurando que as juntas sejam lubrificadas.
A participação em qualquer atividade esportiva ou exercício também pode resultar em lesão ocasional. Dentre as lesões do sistema esquelético mais frequentes que estão associados com basquete são as fraturas de estresse nos ossos da perna, fraturas das mãos, dedos e tornozelos, uma lesão nos ligamentos que mais frequentemente ocorre no ligamento cruzado anterior (LCA) do sexo feminino, e lesões do tendão de Aquiles.
A boa formação e a utilização de equipamento adequado pode reduzir o risco de processos dolorosos e inflamatórios. E para conhecer um adjuvante na manutenção da saúde de suas articulaçõesenvie sua mensagem na seção Fale Conosco

domingo, 17 de julho de 2016

NATAÇÃO E LESÕES ARTICULARES

É um esporte que oferece baixíssimo impacto nas articulações e promove o relaxamento dos músculos e, por isso, é uma ótima alternativa durante a recuperação de lesões. Oferece um dos melhores equilíbrios no trabalho muscular pois seus movimentos acionam simultaneamente todo o corpo.
Como um exercício aeróbico que exige muito da respiração, estimula a circulação sanguínea facilitando o transporte de nutrientes, fortalece o coração mantendo a pressão arterial sob controle e contribui para o equilíbrio dos níveis de LDL (colesterol ruim) e HDL (colesterol bom). O gasto calórico é maior do que muitos outros esportes praticados em terra, além de oferecer melhoras visíveis de força e tônus muscular, à flexibilidade da coluna, à postura e no reposicionamento esquelético prevenindo dores.
Os problemas articulares mais comuns são:
Ombro - O complexo articular do ombro une o membro superior ao torax e é constituído por três articulações: a escapulo ou gleno-umeral, a acromio-clavicular e a esterno-clavicular. A patologia do ombro, constitui o problema traumatológico mais frequente e incapacitante em natação de competição. Possui ainda um plano de deslizamento escapulo-torácico que, do ponto de vista funcional, se comporta como uma verdadeira articulaçãoTrata-se de uma unidade anatômica funcional complexa que alia a necessidade de uma grande mobilidade a uma escassa estabilidade. De fato, o suporte ósseo é reduzido, sendo a relação úmero/escapular mantida fundamentalmente por tecidos moles, o que explica a prevalência de lesões a este nível. Alguns estudos apontam que mais de 50% dos nadadores, apresentaram ou apresentam queixas dolorosas da cintura escapular.

Joelho - A natação de competição apresentou uma elevada incidência de lesões em joelhos de nadadores de peito. Vários estudos confirmam estes eventos, constituindo hoje uma opinião unânime e irrefutável. Está provada a existência de uma elevação das forças de tensão no ligamento lateral interno durante a flexão, extensão, rotação tibial e valgismo de "stress". Para a generalidade dos autores consultados, o mecanismo desencadeador relaciona-se com a fase final da "pernada". As alterações anatomo-funcionais que caracterizam o "joelho de nadador" têm sido relacionadas com o envolvimento do ligamento lateral interno e articulação femuro-tibial.
Coluna Vertebral - As queixas mais frequentes são as dolorosas, não raras vezes referidas à região lombar e relacionadas com a técnica de borboleta. Regra geral são autolimitadas e relacionam-se com as fases de maior intensidade e duração do treino. Não obstante, é importante a realização de uma observação cuidadosa de forma a estabelecer um completo diagnóstico diferencial, através do levantamento das causas possíveis para a sintomatologia dolorosa persistente. As mais comuns são as traumáticas, as mecânicas, as relacionadas com o crescimento/desenvolvimento e as alterações músculo-esqueléticas.  

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domingo, 3 de julho de 2016

OS QUE OS ESTUDOS DIZEM SOBRE A LESÃO MAIS COMUM DURANTE OS JOGOS OLÍMPICOS? QUAL A MAIS TEMIDA?

Em 2004, nos Jogos de Atenas, na Grécia, um estudo publicado em importante revista de Traumatologia Desportiva identificou 377 lesões em 456 jogos.
Quase metade das lesões, 46% (171) foram diagnosticados como contusões. 13% (48) foram entorses e 10% (35) rupturas de fibras musculares.
Além de contusões na região da cabeça, as lesões mais temidas pelos atletas de alto rendimento são as ortopédicas. Dentre eles estão:
1) Entorses do joelho, que colocam em risco as “estruturas nobres” como o ligamento cruzado anterior e os meniscos e que geralmente impossibilitam o atleta de competir;
2) Estiramento Muscular, que dependo do grau, pode necessitar de meses até a recuperação plena;
3) Luxações do Ombro, especialmente nos atletas que utilizam os membros superiores.
Como os estudos demonstraram, a entorse do tornozelo é um diagnóstico com alta incidência e prevalência e que, cada vez mais os treinamentos visam a prevenção, com exercícios de fortalecimento e propriocepção, assim como a utilização de meios estabilizadores, que atuam na tentativa de evitar ou minimizar os danos da lesão.
Como se observa, problemas articulares são destaques nesta lista e indicam a importância de proteger e cuidar das articulações!

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quinta-feira, 23 de junho de 2016

ENERGIA E HUMOR

Embora médicos e cientistas não possam dizer ao certo o que exatamente os íons negativos fazem pelos seres vivos, muitos especialistas concordam que eles podem ajudar a aumentar a energia e melhorar o humor.

O processo de transformar moléculas de ar normal em íons negativos é chamado de ionização e ocorre naturalmente quando o ar está sob a influência de fontes energéticas, como a luz do sol ou mesmo as cachoeiras.

Infelizmente quanto mais avançamos tecnologicamente mais nos distanciamos das fontes de naturais de saúde para as quais fomos projetados para usufruir. O mesmo ocorre com os raios infravermelho do sol e o magnetismo natural de nosso planeta. Praticamente não temos mais contato direto com esses recursos.

Metabolismo é o processo de aquisição de nutrientes a partir do sangue e da excreção de resíduos para fora do corpo, e é de extrema importância para o bom funcionamento das células humanas. Quando os íons elétricos negativamente carregados (íons negativos) existem no sangue, o processo de metabolismo das células se torna mais eficiente.

Os íons negativos são benéficos para o corpo humano de quatro maneiras principais:
Ajudam a fortalecer as funções dos nervos autônomos;
Reforçam o colágeno;
Melhoram a permeabilidade da célula (membranas) e o metabolismo;
Fortalecem o sistema imunológico.

Assim, íons negativos em nosso corpo são essenciais para manter e melhorar a nossa saúde. Enquanto 85% dos íons negativos são absorvidos pela nossa pele, apenas 15% é inalado e absorvido através de nossos pulmões.


A boa notícia é que já existe tecnologia que nos reaproxima de fontes naturais de saúde e pode ser encontrada nos produtos ASIAGEM
envie sua mensagem na seção Fale Conosco e saiba mais a respeito.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

FRIO E ARTICULAÇÕES!

O frio está chegando e, para muita gente, pode trazer problemas como dor nas articulações, na musculatura e suas respectivas dores no corpo.

É fato que, nos dias frios, aumenta a possibilidade de constrição vascular (diminuição do fluxo de sangue no sistema vascular do corpo) e a pessoa se encolhe ao sentir o frio, gerando tensão nos músculos e nervos. A tendência é de tornar algumas partes do corpo doloridas. Ficar encolhido pode afetar a postura e provocar dores na coluna. Além disso, nas articulações, o líquido sinovial — que fica mais espesso com o esfriamento do corpo —, pode gerar incômodos também.

Apesar dos poucos estudos sobre o impacto da baixa temperatura no organismo das pessoas, é fato que queixas de desconforto nos ossos,articulações e músculos são muito comuns nos consultórios médicos durante o inverno. O clima frio é um problema mais sério para quem sofre de algumas doenças crônicas. Na área de ortopedia há muitas reclamações de dores nas articulações. Os sintomas da artrose ou dabursite ficam acentuados.

Os músculosarticulações frequentemente parados ajudam a aumentar sintomas de muitos problemas de saúde, pela perda de flexibilidade. Com o passar do tempo, o sedentarismo tem sido o grande vilão da saúde. Uma boa recomendação é fazer alongamento e caminhada, fortes aliados no combate às dores de inverno. Estas atividades físicas são complementares e recomendadas quase que para todas as pessoas, em qualquer idade.

Antes de fazer qualquer exercício físico, o alongamento é essencial e no frio, sua importância é crucial para destravar ossos, músculos e nervos para que o sistema locomotor funcione plenamente e com toda a facilidade.


O hábito de caminhar deve ser mantido em todas as estações do ano. No entanto, alguns cuidados devem ser tomados para que a caminhada continue a ser uma prática saudável, mesmo no inverno. É importante saber que a respiração se altera na caminhada no inverno, porque o ar gelado entra pelo nariz e se choca com a temperatura interna do corpo. Além disso, ficamos mais vulneráveis a lesões musculares.


Se você tem problemas articulares ou quer preservar sua musculatura sadia e seu corpo protegido e equilibrado, envie sua mensagem na seção Fale Conosco

quarta-feira, 25 de maio de 2016

CONSEQUÊNCIAS DA BAIXA TEMPERATURA SOBRE AS ARTICULAÇÕES!

Basta o frio bater à porta para muita gente começar a reclamar de "dor nas juntas". Com a temperatura baixa, o corpo todo tende a se encolher para conter o máximo de calor possível e deixar o inverno menos sofrível. Nesse movimento, os tendões encolhem, os músculos se contraem. 

Quem acaba levando a pior são as articulações, que se sentem pressionadas por todos os lados. É nessa hora que as pessoas que já têm alguma lesão percebem que a dor aumenta muito.

As reclamações mais comuns são dificuldade para se movimentar e rigidez nas articulações, o que pode dificultar até mesmo uma simples caminhada nos casos mais graves.

O clima frio torna o líquido sinovial, aquele que lubrifica internamente as juntas, menos viscoso, além de reduzir a flexibilidade dos músculos, ligamentos e tendões. Isso tudo gera desconforto e dor e deixa o indivíduo com mais dificuldade para se movimentar.

As regiões que mais sentem os efeitos das baixas temperaturas são as articulações periféricas, como as das mãos, dos pés e dos joelhos. Por se localizarem mais distante do tronco do corpo, têm dificuldades em manter a temperatura perto dos 37°C. Nas articulações das mãos e dos pés, por exemplo, as temperaturas são muito mais baixas e se aproximam daquela registrada no ambiente.

Quando o sofrimento causado pelas baixas temperaturas está intenso, a dica é manter-se bem protegido na região afetada. O calor descontrai músculos, tendões e ligamentos, aliviando a pressão sobre as articulações e favorecendo a circulação sanguínea. Mas é preciso ter cuidado: quando as dores persistem por vários dias ou semanas, pode ser sinal de alguma complicação.

Para ajudar o corpo a manter-se em perfeito equilíbrio, favorecer a circulação sanguínea e aliviar as dores articularesenvie sua mensagem na seção Fale Conosco

domingo, 15 de maio de 2016

O USO CORRETO DE SUAS ENERGIAS!

Todos nós temos designado uma carga de energia, a qual devemos aprender a utilizar corretamente e não a desperdiçar. 

As energias nos permitem trabalhar com motivação, nos dão pensamentos positivos para enfrentar as situações do dia a dia e permitem aproveitar ao máximo todas as oportunidades que nos sãos apresentadas. Somente nós temos o poder de dominar nossas energias e ter acesso a elas para usá-las em nossos dias. No entanto, existem alguns agentes externos e internos que podem chegar a interferir em nossos níveis de energia, provocando uma ampliação ou redução em nossa motivação, nosso humor e nossa produtividade.

As energias são chaves para alcançar o êxito e superar cada um dos obstáculos que são apresentados no caminho. Todos podem renovar todos os dias essas energias e aproveita-las ao máximo para vir à tona nossas qualidades, nossos talentos e tudo o que nos permite reestabelecer nossa harmonia e equilíbrio.

O que traz bem-estar para a vida é alimentar o coração de bons sentimentos, buscar a qualidade e a verdade na interação com as pessoas, atentar para a saúde do corpo e, acima de tudo, manter o equilíbrio. O equilíbrio é a chave para o bem-estar e para o bem-viver! Conheça nossas soluções que o ajudam a estar bem e viver bem, envie sua mensagem na seção Fale Conosco

sábado, 7 de maio de 2016

DIA DAS MÃES!

E por sua importância na manutenção da saúde e da vida é que prestamos nossa homenagem e agradecimento! 

quarta-feira, 13 de abril de 2016

AS VARIÁVEIS DO CLIMA QUE MAIS NOS AFETAM!

A influência das condições meteorológicas e das alterações bruscas do estado do tempo na saúde constitui uma evidência, como podemos comprovar a cada vez que se aproxima uma frente fria ou uma alteração da pressão atmosférica e muitas pessoas começam a sentir dores nas articulações ou desconforto em antigas lesões. Descobrir as variáveis do clima que mais nos afetam e os seus sintomas tem sido um objetivo primordial da medicina desde os seus primórdios. No século V a.C., Hipócrates afirmava, na obra Ares, Águas e Lugares, que os futuros médicos deveriam “considerar os efeitos de cada estação do ano, assim como os ventos quentes e frios e, especialmente, os específicos de cada região”.
Uma das patologias mais comuns é o distúrbio afetivo sazonal, uma forma de depressão que se produz a partir do outono, devido à diminuição do número de horas de luz solar. Em consequência dessa redução, o corpo entra numa espécie de letargia que nos torna mais lentos e menos ativos e nos faz diminuir a atividade social ou mesmo, em alguns casos, aumentar de peso por culpa da falta de exercício. Uma das soluções para combater a “depressão de inverno” é a fototerapia, para conseguir regular o ritmo biológico que nos mantém despertos ou adormecidos. É por isso que a fototerapia é também aplicada a pessoas com as doenças de Alzheimer e de Parkinson, pois melhora sensivelmente a duração e qualidade do sono.
Quanto aos elementos da atmosfera que mais perturbações mentais causam, destaca-se sobretudo a variação na polaridade e intensidade da carga iônica do ar, isto é, do número de cargas positivas e negativas que contêm, e que inalamos através da respiração e absorvemos pela pele. Em geral, existe um certo equilíbrio, mas, quando a atmosfera se vê submetida a fricções, a carga positiva torna-se muito mais elevada do que a negativa, com efeitos perturbadores sobre a saúde. Quando a concentração de íons positivos ultrapassa as 2000 partículas por centímetro cúbico (cm3), produz um efeito apático-deprimente e altera por completo o sistema nervoso.
As perturbações na eletricidade atmosférica afetam os fluidos do organismo, que modificam a velocidade a que passam através das membranas celulares, pois estas alteram a sua permeabilidade. Há também uma variação na distribuição de coloides que se encontram em suspensão, na pressão sanguínea e no rendimento do coração, assim como na estimulação nervosa e na condução elétrica entre os tecidos. Em contrapartida, os íons negativos, que tem habitualmente uma concentração de 2000 a 4000 partículas por cm3, são sobretudo constituídos por oxigênio e exercem um efeito tonificante e benéfico.
Estima-se que entre 15 e 30 por cento da população seja sensível à meteo­rologia e sofra de diversas patologias quando o tempo ou a estação mudam. Em geral, não se trata de problemas graves, mas de sintomas incômodos ou de um agravamento de doenças já existentes. Por exemplo, o frio provoca vasoconstrição periférica com aumento do metabolismo basal. O calor, pelo contrário, provoca vasodilatação, transpiração abundante e perda de água e eletrólitos através da pele. A tendência para este tipo de sensibilidade é mais acentuada nas mulheres, em especial nas que se encontram no período pré-menstrual ou durante a menopausa.

Para amenizar os sintomas e te proteger contra os males causados por mudança de tempo ou estação, quer seja para aliviar a dor ou para estimular o corpo a reagir naturalmente contra estes desequilíbrios, conte com as soluções ASIAGEM. Envie sua mensagem na seção Fale Conosco

sábado, 2 de abril de 2016

DOR CRÔNICA E SEUS DESAFIOS!

A dor crônica traz uma desordem do cotidiano das pessoas, levando a perda da esperança de melhora, invalidez, imagem corporal alterada e queda da autoestima.

Na cronicidade da dor podem surgir problemas psicológicos, disfunção cognitiva, mudança de comportamento, redução da capacidade física, com diminuição da produtividade nas tarefas de casa e do trabalho e, com efeito, provocar um impacto econômico, que diminui a qualidade de vida. Essas consequências podem apresentar-se de formas diferentes para cada pessoa, sendo influenciadas pelo social, econômico, genético e variáveis ambientais.

Além disso, quando se torna crônica, a dor compromete o lazer, o sono, o apetite e as atividades sexual e profissional, resultando no estresse, na diminuição da resposta imunológica, o que pode causar depressão e, consequentemente, redução de boa parte da qualidade de vida.

A dor crônica é um problema de saúde pública contemporâneo, assim como a crescente demanda por serviços de saúde e recursos tecnológicos para a abordagem das diversas dimensões envolvidas na incapacidade e sofrimento consequentes. Frente a esse contexto, o cuidar da pessoa com dor crônica representa um desafio para os profissionais de saúde.

Buscar meios para subsidiar e implementar novas medidas de tratamento, considerando a multidimensionalidade e complexidade da dor crônica, bem como a atenção multidisciplinar à saúde é condição primordial para melhorar a qualidade e a vida das pessoas.

Como grande parte das dores crônicas estão relacionadas as articulações e pela grande limitação que elas causam na produtividade e na qualidade de vida, é que já está disponível no Brasil, as Faixas de Bioaquecimento ASIAGEM, desenvolvidas em nanotecnologia com radiadores biomagnéticos, de infravermelho e íons negativos, trazendo alívio da dor e inflamação das articulações de maneira natural e não invasiva. Envie sua mensagem na seção Fale Conosco

segunda-feira, 21 de março de 2016

SEU CORPO E SUA SAÚDE PRECISAM DE CUIDADOS NO OUTONO?

O outono começa e com seu ar mais seco, suas tradicionais mudanças bruscas de tempo e alterações repentinas de temperatura, que já começamos a perceber um maior número de pessoas reclamando de gripes, resfriados, alergias e outras viroses e infecções bacterianas. Sim, este é um período em que a maioria das pessoas fica mais suscetível a desenvolver esse tipo de doença, por uma série de fatores. Mas a prevenção é bem simples. Basta apostar em hábitos simples e saudáveis, que podem contribuir para que você se livre desses incômodos.

O que acontece nesta época do ano - e também no inverno, que vem logo em seguida - é que a instabilidade do tempo, aliada a outros fatores, deixa o nosso ambiente propício para o desenvolvimento dessas doenças. Como o ar fica mais seco, nossas mucosas do nariz e da boca ficam mais ressecadas e mais suscetíveis à penetração dos vírus e das bactérias. Além disso, costumamos ficar mais tempo em ambientes fechados porque há mais dias de frio, o que faz com que esses micro-organismos circulem de forma mais facilitada entre as pessoas, o que é agravado pelo contato com o ar condicionado, que resseca ainda mais as mucosas.

Outro fator que contribui para essa maior suscetibilidade dos nossos organismos - e que acontece muito em lugares como Curitiba, onde as alterações de temperatura são ainda mais constantes - é que é comum termos dias em que escolhemos o figurino errado para aquele tempo. Acabamos colocando roupas mais pesadas em dias quentes e roupas mais leves em dias mais frios. Essa variação da temperatura corporal também faz com que as viroses e infecções bacterianas se desenvolvam com mais facilidade.

Em meio a todas essas condições favoráveis, os vírus e as bactérias encontram brechas no sistema de proteção natural do organismo para se estabelecer. O nosso sistema imunológico é como uma gangorra. Ele está sempre focado no que está nos agredindo. Todo dia, temos agressão de vírus e bactérias no organismo, mas se o indivíduo está saudável, o sistema equilibra isso para sua proteção. Só que, às vezes, ele fica sobrecarregado por vários motivos, como estresse, alimentação inadequada e horas de sono insuficientes, e tem um retardo na resposta.

Não se trata necessariamente de “imunidade baixa”, como costumamos dizer, pois isso acontece mais em pacientes que apresentam doenças crônicas, mas mesmo pessoas saudáveis podem apresentar essas brechas que facilitam o desenvolvimento de viroses e infecções devido a essa flutuação do sistema imunológico. Desta forma, a prevenção dessas doenças é feita principalmente atacando as suas causas e a melhor forma de se proteger delas é apostar numa alimentação adequada para ter todos os nutrientes necessários para fortalecer o sistema imunológico. Outras medidas podem ser a prática de exercícios físicos com regularidade, abandono do tabagismo e horas suficientes de sono.

Existem diversos recursos que podem ser adotados na rotina de cuidados para evitar problemas com a pele. Uma boa sugestão é manter os ambientes sempre arejados e evitar ajuntamentos de pessoas. Roupas de cama e agasalhos também precisam de cuidados. Eles devem ser colocados ao sol quando possível e lavados com maior frequência. Os exercícios físicos devem fazer parte do cotidiano de todos, só que devem ser praticados, preferencialmente, até as 10h ou depois das 17h, sobretudo quando a umidade do ar for inferior a 30%.

Uma boa opção adjuvante é a Segunda Pele ASIAGEM, desenvolvida em nanotecnologia com propriedades funcionais, pois intensifica a atividade celular proporcionando ação regeneradora dos tecidos e ativando o sistema imunológico, que auxilia o corpo a não perder suas propriedades naturais de defesa. Além de sensação de leveza e melhora no bem-estar, alta respirabilidade, maciez no tecido e rapidez na secagem. Envie sua mensagem na seção Fale Conosco

domingo, 13 de março de 2016

NUNCA É TARDE PARA CUIDAR DA PELE!

Na faixa dos 40 anos, é comum aparecer manchas, rugas e flacidez, males que podem ser amenizados ou evitados com o uso de produtos adequados e algumas práticas que não podem ser deixadas de lado. 

Cuidados essenciais como beber muita água, não fumar, manter uma alimentação equilibrada, não abusar de bebidas alcoólicas, praticar exercícios e evitar o estresse também devem ser lembrados quando o assunto é minimizar os efeitos do tempo. Qualquer excesso de exposição ao sol pode prejudicar a pele da mulher acima dos 40 anos, porque ela está mais sensível às ações do envelhecimento.

Não importa a idade: muitas mulheres têm preguiça de retirar toda a maquiagem antes de dormir e aplicar loções tônicas. Mas, após os 40 anos, esse ritual deve ser seguido à risca em qualquer caso, pois a pele está mais sensível a descuidos. A limpeza de pele faz a desobstrução dos poros, deixando a pele respirar melhor, evitando pequenos carocinhos e imperfeições que ficam mais visíveis nessa época. Esse cuidado promove a renovação da pele, retirando a camada com manchas, acne, oleosidade e células envelhecidas.

O corpo humano é como uma máquina e tal como ela, precisa que seja usado para apertar alguns parafusos que o sedentarismo deixou afrouxar, e necessita do combustível adequado para fazer cada engrenagem funcionar.

Todas as mudanças são influenciadas por fatores genéticos e ambientais. Quanto aos genéticos, pouco podemos fazer, com a exceção de investigar os pontos fracos e predisposições para determinados probleminhas e dar a eles atenção redobrada. Já as questões relacionadas a estilo de vida dependem apenas de nós.

infravermelho funciona por meio do aquecimento da derme e incita a produção de novas fibras de colágeno, melhorando a flacidez e a espessura da pele. Há um efeito lifting imediato, pela contração do colágeno pré-existente. 

Os íons negativos auxiliam na melhora do metabolismo, no alívio da fadiga, redução do estresse, elimina o mau cheiro e bactérias, fortalecendo o sistema imunológico e o equilíbrio do balanço hormonal. 

Já os biomagnetos atuam sobre o sistema circulatório, rejuvenescem as células, melhoram o suprimento de oxigênio aos tecidos, desintoxica o corpo e aumenta a resistência. 

Estas três propriedades podem ser obtidas através da Segunda Pele ASIAGEM, que de maneira natural, cuida de sua pele e auxilia na manutenção de seu bem estar e equilíbrio. Envie sua mensagem na seção Fale Conosco